Laboratório de Análise Ambiental
  • Participação do LAAM no Projeto Nascentes do Saí, São Francisco do Sul

    Publicado em 02/08/2021 às 10:43

    O LAAM participou do projeto “Diagnóstico Socioambiental para Criação de Unidade de Conservação na Vila da Glória, município de São Francisco do Sul/SC” (projeto Nascentes do Saí) foi celebrado por meio do contrato 23080.039000/2018-90 firmado entre Universidade Federal de Santa Catarina e Prefeitura Municipal de São Francisco do Sul. O Projeto é coordenado pelo Coordenação – Núcleo de Educação Ambiental (NEAmb) da UFSC. A página Projeto Nascentes do Saí (ufsc.br)

    Tem como objetivo a concepção de um estudo técnico multidisciplinar no Distrito do Saí, buscando atender as seguintes diretrizes:

    • Preservar os recursos hídricos;
    • Disponibilizar recursos naturais à pesquisa científica;
    • Preservar a biodiversidade da fauna;
    • Garantir a conservação do Bioma Mata Atlântica;
    • Melhoria da qualidade de vida de pequenos agricultores e identificação de populações tradicionais e extrativistas da região;
    • Instituir Programas de Educação Ambiental;
    • Proposta de um plano para construção da Política de Conservação e Gestão Territorial da UC.

    O projeto foi finalizado no dia 31 de julho após quase dois anos de trabalho. O relatório final pode ser lido em https://nascentesdosai.paginas.ufsc.br/files/2021/07/Relatório_SFS_Versão_Final-compactado.pdf

    O vídeo com indicações finais do projeto pode ser visto em Projeto Nascentes do Saí – Filme – YouTube

     

     

     


  • Convite para o XXIII Encontro Internacional Humboldt

    Publicado em 07/07/2021 às 09:00

    “Prezados, convidamos a todos(as) a enviarem suas pesquisas para apresentação no XXIII  Encontro Internacional Humboldt. Trata-se de, além da divulgação das mesmas, uma oportunidade em participar desse evento internacional, sendo que as pesquisas apresentadas irão compor os anais do evento (artigo completo).

     

    Site do evento: https://encontrohumboldt.ufsc.br/

     

    O XXII Humboldt ocorrerá na modalidade on line, entre 20 e 24 de setembro de 2021, com sede em Florianópolis, sendo organizado pelo Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais (LABEUR), do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com o Instituto Ignácio Rangel e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).

    O evento terá como tema “A questão Chinesa”, consistindo em apresentações de pesquisas segundo os diferentes eixos temáticos e palestras com diferentes pesquisadores.

    A participação no evento pode ser feita como “ouvinte”, sendo aberto ao público e gratuito, com posterior certificação, e através do envio de comunicações a serem apresentadas durante o evento, mediante ao pagamento da taxa de inscrição como apresentador no evento.

    As comunicações, aprovadas e apresentadas, serão publicadas nos Anais do XXIII Encontro Internacional Humboldt.

    A data limite de envio dos resumos expandidos será até 31 de julho de 2021. Assim que os palestrantes receberem a confirmação de que seus resumos foram aceitos, eles devem enviar, até 31 de agosto, o artigo completo e um vídeo, de no máximo 10 minutos, com a apresentação do trabalho.

    Maiores informações e contato em: https://encontrohumboldt.ufsc.br/

    Na esperança de encontrá-los em setembro, ficamos à disposição”. (Divulgação oficial do evento!)

     

    Eixos Temáticos

     

    • La Cuestión China: Imperialismo y Geopolítica
    • Geografía Económica y Agraria
    • Geografía Urbana y Desigualdad Social
    • Educación pos-pandemia, Salud y Turismo
    • Naturaleza y socioambiente en Geografía

  • Convite para voluntários para atuar em projeto de pesquisa e extensão em Ecologia e Biogeografia

    Publicado em 18/06/2021 às 13:37

    Boa tarde estudantes das áreas de biológicas, geográficas e afins!

    Estamos abrindo uma chamada para interessadxs em ter uma oportunidade de experiência/aprendizagem na áreas de monitoramento e metodologias de fauna (mastologia, herpetologia e avifauna) e geoespacialização, organização de dados ecológicos e idas a campo, e gestão ambiental através das atividades do Projeto Fauna Floripa!

    O que?  Vagas de voluntariado no Projeto Fauna Floripa (com certificados de horas de extensão e/ou pesquisa)
    Inscrições até: 02 de Julho de 2021 às 18h
    Quando?  Início meados/fim de junho por tempo indeterminado (a depender da disponibilidade e envolvimento com o projeto)
    Atividades Desempenhadas? dependendo do seu perfil e interesse são 4 áreas a serem destinadas (mastologia, avifauna, herpetologia e geoespacialização) na possibilidade de 3 frentes de trabalho (1- trabalhos de campo com os devidos protocolos de segurança da COVID-19 , 2 – análise dos dados levantamos de Armadilha Fotográficas, 3- divulgação científica e educação ambiental).

    Se interessou?

    Corre pra preencher o formulário, e participe da entrevista de seleção com a gente!

    Link do Formulário: https://forms.gle/XqxKqiMgAnBBbvMY7

    Att,

    Barbara Lima e Camila Ayroza.

    Professores e pesquisadores responsáveis da UFSC que você poderá conhecer melhor para cada área escolhida: Maurício Graipel, José Salatiel Pires, Guilherme Brito, Selvino Neckel e Orlando Ferretti.

    Barbara Lima Silva

    Graduanda em Ciências Biológicas

    Projeto Fauna Floripa
    Laboratório de Mamíferos Aquáticos
    Universidade Federal de Santa Catarina

  • Artigos para publicação em número especial de Biogeografia na Revista GEOSUL

    Publicado em 24/03/2021 às 11:41

    Chamada de artigos – Edição Especial – Geosul

    BIOGEOGRAFIA

    A Biogeografia no Brasil tem tido um aumento significativo de sua produção acadêmica, inicialmente pode-se compreender que isso ocorre devido ao trabalho na formação inicial dos cursos de graduação, como em Geografia ou Biologia e Ecologia. Contudo, também é influenciado pelo crescimento de pesquisas com produção de artigos em revistas internacionais, além de um interesse crescente em pesquisar as interações da sociedade humana sobre a biodiversidade. A produção em Programas de Pós-Graduação também é crescente, contudo, muitas vezes aparece com a denominação de Geoecologia ou Ecologia, isso se deve em parte as definições da CAPES/CNPq quanto às áreas de conhecimento.

    No país não há uma revista específica de Biogeografia, são as revistas do campo da Geografia e da Ecologia que tem atraído à publicação de trabalhos de Biogeografia. Também pela interface, os trabalhos têm aparecido nas áreas de ciências da terra.

    A retomada da produção de números especiais e dossiês sobre a Biogeografia é uma demonstração evidente do aumento de sua produção científica. Ao mesmo tempo é também significativo a criação da Associação Brasileira de Biogeografia (ABBIOGEO) em 2018 e a criação dos Workshops Nacionais de Biogeografia (dois já realizados 2018 e 2019).

    Este dossiê da Revista Geosul busca reunir artigos de investigação na ciência Biogeográfica. Contará com artigos que tratarão das perspectivas das pesquisas da Biogeografia brasileira, e também com trabalhos de Biogeografia Histórica e Biogeografia Ecológica, e as abordagens correlacionadas. Também recebe destaque a Biogeografia e Ensino como espaço para dialogar sobre a formação no campo de pesquisa. O escopo amplo da ciência Biogeografia remete a busca de sínteses do que vem sendo produzido, também a caminhos não trilhados, mas em traçado.

    PRAZOS PARA SUBMISSÃO: A submissão de trabalho começa no dia 03 de maio, encerrando-se no dia 27 de setembro. A montagem da revista deverá ocorrer no mês de outubro com lançamento previsto para o mês de novembro de 2021. As submissões deverão ocorrer no site da revista: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/index

    Os artigos deverão ser enviados no idioma: português ou espanhol. Se aceito para publicação se pedirá também uma cópia em inglês!

    Para dúvidas entrar em contato pelo email:


  • Rede Guarani/Serra Geral lança mapas sobre aquíferos catarinenses

    Publicado em 10/12/2020 às 16:38

    Como resultado consolidado do Componente 1 e sua Meta 1 (M1C1), o Projeto Rede Guarani/Serra Geral (RGSG), por meio dos laboratórios de Análise Ambiental e de Hidrogeologia da UFSC, lança os mapas de Blocos Hidrogeológicos, Vulnerabilidade Natural e Risco à Contaminação das águas subterrâneas do Sistema Integrado Guarani/Serra Geral (SAIG/SG) em Santa Catarina. Acompanhados da nota técnica, os mapas são importantes instrumentos para a tomada de decisão de órgãos e instituições protagonistas na gestão de águas, como a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável – SDE, concessionárias de águas, a Epagri, os Comitês de Gerenciamento de Bacias Hidrográficas,  Prefeituras Municipais entre outros.

    O projeto, que contou com o financiamento da Agência Nacional de Águas (ANA), através do CNPq e Caixa Econômica Federal e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC, apresenta os resultados de mais de dez anos de pesquisas e que buscaram diagnosticar como o maior e mais importante sistema aquífero de SC funciona e responde às pressões civilizatórias.

    O Mapa de Blocos Hidrogeológicos apresenta a estruturação geológica espacial dos terrenos que abrigam o SAIG/SG, revelando que o sistema aquífero encontra-se compartimentado em porções menores. Como implicação desse resultado o estudo traz o diagnóstico de desconexão lateral e vertical das principais camadas e níveis que armazenam e conduzem águas subterrâneas, podendo inclusive serem estabelecidas zonas de limitado potencial de explotação de águas. A partir do modelo estrutural diagnosticado fica evidente que devemos, quanto antes, definir limites de exploração e estratégias conservacionistas de uso desse inestimável recurso natural.

    O Mapa de Vulnerabilidade Natural traz a definição de regiões com menor e maior capacidade de reter as contaminações geradas em superfície por atividades humanas. O estabelecimento de classes de vulnerabilidade permite aos gestores das águas, terem maior clareza sobre quais áreas e aspectos do meio físico devem receber maior atenção no que tange ao licenciamento de atividades antrópicas.

    Já o Mapa de Risco à Contaminação, revela de quais formas os usos da terra em superfície podem afetar a qualidade das águas subterrâneas, o que permite exigir melhor adequação das atividades humanas poluidoras exercidas em superfície ou que virão a ser implantadas.

    Cada um dos mapas apresentados conta com uma legenda autoexplicativa e para todos há uma nota técnica, que traz os demais detalhes acerca das metodologias científicas utilizadas para a elaboração dos produtos gráficos. Além dos mapas, o estudo está disponibilizando também bases geoespaciais, que permitem a inserção das informações em aplicativos de gestão geográfica, facilitando o trabalho dos técnicos que utilizarão os dados e permitindo o seu detalhamento e permanente atualização. Recortes específicos contendo as áreas de abrangência dos comitês de bacias hidrográficas também estão disponíveis.

    A nota técnica traz ainda um capítulo dedicado a Gestão integrada, integradora e inclusiva, colocando a necessidade da adoção de ações em escala local com a participação popular, capazes de atender as exigências de decentralização da gestão de águas, prevista na legislação brasileira.

    Em cinco anos de desenvolvimento, o sub-projeto RGSG-M1C1 gerou sete trabalhos de conclusão de curso, uma dissertação de mestrado e quatro teses de doutorado, que vieram somar-se aos demais produtos do Projeto Rede Guarani/Serra Geral, beneficiando direta e indiretamente a comunidade catarinense.

    Todas as informações, bem como os links de acesso à nota técnica e às bases cartográficas digitais estão disponíveis nas páginas dos laboratórios de Análise Ambiental e de Hidrogeologia da UFSC.

    Texto: Arthur Nanni

    Revisão: Luiz Fernando Scheibe

     


  • Resultado para seleção de bolsista PIBIC 2020

    Publicado em 14/09/2020 às 12:20

    Segue o resultado da seleção de bolsista PIBIC, Projeto Qualidade Ambiental do Fragmento de Habitat do Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, coordenado pelo prof. Dr Orlando Ferretti.

    Trata-se de uma vaga aberta para seleção de bolsista de iniciação científica (IC/CNPq/UFSC). A bolsa tem valor de R$ 400,00, com validade até julho de 2021.

    Os estudantes participantes do processo seletivo enviaram histórico escolar e uma carta de interesse em participar do projeto.

     

    A seleção levou em conta: IAA, o histórico nas disciplinas da Geografia Física, a carta de interesse em participar do projeto.

     

    O resultado final está na ordem de classificação:

    1. Jonas Ambrósio Hamud. Matrícula 17104262 . 7ª fase.

    2. Felipe Motta Porcher. Matricula 18203128. 4ª fase.

    3. Nivaldo de Oliveira Lima. Matricula 18201003. 4ª fase.

    4. Pietra Luiza do Rosario Porto. Matricula 17104612.

    5. Giorgio Gallotti. Matricula 14201680.

    6. Stefany Guerra Pigao. Matricula : 16103456.

    7. Lucas Kienen Gerlinger. Matricula 17103692.

     

    O primeiro colocado tem que indicar sua participação no projeto até terça-feira dia 15 de setembro no seu currículo lattes (resumo, coordenador etc) e contatar o coordenador para preenchimento de documentação relativa a bolsa e ao projeto.

     

     


  • Geoturismo no planalto catarinense é tema de pesquisa

    Publicado em 21/07/2020 às 12:44

    O estudo Subsídios à criação do Geoparque Pedras Brancas, Planalto Catarinense, Sul do Brasil, tema do trabalho de conclusão de curso em Geologia do geólogo Eduardo Rapanos, integrou dados geológicos e geomorfológicos através da metodologia Geossit, visando identificar, inventariar e quantificar a geodiversidade da localidade das Pedras Brancas no planalto catarinense. O estudo tem como objetivo contribuir com a conservação dos recursos naturais e fomentar o geoturismo na localidade.

    Lagos, corredeiras e a “pedra furada” fazem parte do elenco de atrações turísticas reveladas pela riqueza das formas geológicas da região.

    A pesquisa identificou seis geossítios em 162 km² localizados próximos a Lages/SC. Os geossítios são áreas bem delimitadas que possuem relevância do ponto de vista científico, turístico e educacional. Eles caracterizam processos que moldaram e moldam a superfície da Terra, identificados a partir de minerais, formas de relevo, estruturas geológicas dentre outros aspectos naturais.

    O estudo revelou uma ampla ocorrência de feições relacionadas a unidade geológica conhecida como Formação Botucatu. Esta formação geológica é composta por rochas que se formaram há 150 milhões e constituíam as areias de um extinto deserto, que hoje funciona como o aquífero Guarani. Nos geossítios mapeados é possível se observar estruturas geológicas que remontam a morfologia das dunas do antigo deserto, bem como a interação da rocha com os processos de intemperismo e erosão atuantes no presente. A interação entre a rocha e os agentes geológicos esculpidores da superfície do planeta dão origem a curiosas formas de relevo incluindo cânions, vales, cuestas, cavernas, cachoeiras e corredeiras.

    As características da geodiversidade quantificadas pelo aplicativo Geossit revelam a importância geológica nacional, regional e local da localidade no que tange aos monumentos naturais. Foram analisados atributos que valorizam a beleza cênica, a quantidade e qualidade de feições geológicas e sua facilidade de interpretação por diferentes segmentos da sociedade, sua raridade e abundância, seus acessos e proximidades com restaurantes, hotéis e atividades culturais conferiram relevâncias do tipo Internacional e Nacional aos geossítios.

    A pesquisa, que contou com apoio do Projeto Rede Guarani/Serra Geral, espera contribuir para o desenvolvimento do geoturismo na região com ênfase no desenvolvimento de roteiros turísticos de contemplação, técnicos, de aventura e pedagógicos, além de estimular uma consciente gestão dos recursos naturais. Assista abaixo o vídeo com a apresentação sobre a pesquisa.

    https://youtu.be/a6LI9PkXsjE

    Texto: Eduardo Rapanos. Revisão: Arthur Nanni


  • Sobre cancelamento de atividades coletivas no LAAM

    Publicado em 15/03/2020 às 13:39

    Em função do aumento de casos do Covid-19 (coronavírus) na Grande Florianópolis, a fim de resguardar a integridade física dos pesquisadores e estudantes, e, procurando seguir protocolos internacionais e indicações de pesquisadores nacionais sobre a transmissão do vírus, a coordenação do Laboratório de Análise Ambiental está suspendendo por tempo indeterminado as atividades coletivas.

    Pesquisadores podem utilizar o espaço do Laboratório de Análise Ambiental para atividades individuais. Pedimos que se evitem reuniões e atividades coletivas.

    Para saber mais sobre o Covid-19 e as ações da UFSC acesse https://noticias.ufsc.br/2020/03/coronavirus-ufsc-esclarece-principais-duvidas-sobre-medidas-de-contingencia/

    at.

    Prof. Dr. Orlando Ferretti

    Coordenador do Grupo de Pesquisa Observatório de Áreas Protegidas (OBSERVA).

    Coordenador do Laboratório de Análise Ambiental (LAAM)


  • Seleção de bolsista PIBE 2020 para o LAAM

    Publicado em 02/03/2020 às 13:49

    O Laboratório de Análise Ambiental está selecionando bolsista PIBE para atuar no Laboratório de Análise Ambiental junto ao Projeto Bosque do CFH.

    As atividades do bolsista serão desenvolvidas no Laboratório de Análise Ambiental, em parceria com a CGA/UFSC e a Comissão do Bosque do CFH e têm relação direta com a formação do profissional em Geografia, tanto no campo da licenciatura quanto do bacharelado.
    O bosque do CFH tem passado por mudanças significativas recentemente e os bolsistas irão atuar na manutenção de atividades realizadas pelo LAAM e CGA. Bem como, na ampliação das ações de Educação Ambiental com escolas da região. O bolsista também irá participar da articulação e discussões do novo projeto para o bosque que será apresentado a comunidade no início de 2020.

    Nas atividades do Projeto BOSQUE do CFH o estudante irá:
    1. participar das reuniões de planejamento.
    2. Contribuir com o site do projeto.
    3. Acompanhar e desenvolver cursos e oficinas.
    4. Secretariar e acompanhar oficinas de professores e oficinas de planejamento.
    5. Manter contato com a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC para alinhar as ações no Bosque as ações da CGA/UFSC
    6. Participar do grupo de estudo do Bosque
    7. Participar de eventos científicos
    8. Efetuar registro audiovisual das ações do Projeto Bosque.

    Interessados na bolsa PIBE devem enviar o histórico escolar (não pode ter IAA menor que 6,0 e não pode ter reprovação no semestre anterior) para o email do coordenador , no email fazer uma justificativa sobre o interesse no Projeto Bosque.

    Deve-se ter experiência em projetos de Educação Ambiental e/ou Educação Patrimônio Natural, e algum conhecimento de pedologia e biogeografia.

    A seleção vai até a sexta-feira dia 06 de março.

     

    Setor Solicitante: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS / GCN/CFH
    Solicitante: ORLANDO EDNEI FERRETTI
    Edital: PIBE2020
    Bolsas Solicitadas: 1
    Grupo Solicitado: Departamentos de Ensino
    Setor de Estágio: DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS / GCN/CFH
    Campo de Estágio: Laboratório de Análise Ambiental – Projeto BOSQUE
    Provável Supervisor: ORLANDO EDNEI FERRETTI

  • O retorno dos Guarás em Florianópolis

    Publicado em 05/12/2019 às 17:22